domingo, 29 de novembro de 2009

ÉTICA: Você sabe do que se trata?


"O profissional que preza pela sua imagem age com retidão..." Célia Leão (Consultora de etiqueta em RH - artigo da Revista VOCÊ S/A Novembro/09)

Inicio esta reflexão com esta frase pois tenho acompanhado em diversas empresas a justificativa de que a desmotivação para o trabalho encontra fundamento na falta de atitude de uns em detrimento do esforço contínuo de outros. Penso, porém, que uma coisa não pode estar dependente da outra, ainda que entenda que a força para o trabalho venha da percepção do espírito de equipe.

Quando se faz acompanhamento funcional em empresas, o mais comum entre as pessoas que são questionadas quanto ao seu desempenho em determinadas questões é que estão tristes ou cansadas pela atitude percebida em seus colegas menos esforçados ou que "se deitam nas cordas". Ora, como pautar uma decisão que é pessoal, pois vem de escolher entre ser ou não um bom profissional, assumir ou não determinados compromissos, olhando apenas para a atitude de quem está ao nosso lado?

Estas são questões difíceis de se avaliar, pois residem na formação ética que cada traz já de sua casa, de seu aprendizado em família. Quando se é criança e se assiste aos pais ou, depois, aos educadores, assumirem ou não seus papéis, aderirem ou não a regras claras do lar, da Escola ou da própria sociedade, já se está aprendendo a lidar com modelos que depois permanecem para o resto de nossas vidas como cidadãos.

Sim, eu acredito que as pessoas podem ser cidadãs de boa ou má índole conforme suas escolhas éticas. E esta palavra traz consigo a história pessoal de cada um. Pois padrões de comportamento, regras que orientem o que é viável ou não em relação a uma sociedade, estas idéias estão estabelecidas. Aderir a elas ou não é que será o resultado da aplicação ética ou antiética. Somos todos "animais políticos", o que significa ter compromisso pelo bem estar de toda uma coletividade. O prolema atual é que as pessoas sentem-se no direito de aderir a uma idéia de coletividade que está distorcida pela falha ética de algumas pessoas.

Se ao longo das gerações muitas falhas éticas foram ficando cada vez mais explícitas, erramos nós ao pensar que fazer cada um a sua parte não faz a diferença. Que engano triste para o futuro de uma sociedade que já não acredita nem na veracidade de dizeres tanto públicos quanto dentro de seus próprios locais de trabalho. Afirmo isto, porque em muitas empresas o que é dito por instâncias superiores é aceito por alguns, mas é rechaçado por outros, pelo simples fato de que as pessoas estão muito mais acostumadas a relatividade dos julgamentos do que a certeza de uma regra social indiscutível: a verdade éticas. Sim, pois quem é ético não discute uma ação que, sabe-se claramente, pode beneficiar a todos. Quem age com ética não preocupa-se justifica o fato do colega a seu lado estar sendo justo ou honesto com sua desmotivação para seguir ou não as regras colocadas. A pessoa que deseja agir com retidão, o faz por saber-se honesta, trasnparente e idônea, não importando se nem todos em seu grupo fazem o mesmo. Pois o exemplo de imagem pessoal de alguns acaba, sim, influenciando o todo. Sua colaboração para mudar a realidade da empresa está aí, fazer-se exemplo sempre, ainda que possa apontar o que não acredita ser justo no todo.

As empresas que melhor promovem seus funcionários o fazem, atualmente, não tanto pelos méritos técnicos, mas especialmente pelos méritos comportamentais. Esta é grande promoção dos tempos atuais, o funcionário considerado excelente por ser honesto, íntegro e ÉTICO.

Portanto, a próxima vez que lhe perguntarem a razão de seu desânimo ou desmotivação na empresa, pensa antes de responder que o motivo são os colegas que não trabalham tanto quanto você. Talvez você não esteja dando atenção ao seu perfil de colaborador ético... ou não esteja percebendo que só faz parte de sua motivação as escolhas que você mesmo pode fazer!

Boa semana!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Marcha Mundial Pela Paz e Não Violência

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O Valor da Confiança

Em nossa sociedade a CONFIANÇA se tornou paradoxal, visto a intensidade de suas definições e contradições. Na verdade, a sua fartura e ausência nas relações interpessoais motivam diferentes contextos e realidades. Dentro do nosso ambiente doméstico e familiar, ele não só anda em crise, como afastando as pessoas. È claro que a comunicação interfere nesta batalha entre as pessoas, mas é no ambiente organizacional que desejo me deter.
Em nosso mercado de trabalho, as relações interpessoais estão pautadas por várias combinações e ferramentas tecnológicas ou burocráticas de controle, submissão, disfarçados em diferentes conceitos bonitos, modernos, estrangeiros e muitas vezes vazios. Apesar de todo o avanço tecnológico, da criação de diversas ferramentas de gestão de pessoas e de processos nas organizações, continuamos pecando em nossas relações.
Como a maior dificuldade fica na relação entre as pessoas, temos o dever de pensar e articular a respeito da base de qualquer relacionamento interpessoal, a CONFIANÇA.
A CONFIANÇA em muitos grupos de pessoas anda extinto, em muitas “equipes” está bastante teórico, em outras organizações intensamente discursivo e melancólico. Como já sabemos em diferentes estudiosos da Psicologia e da ciência moderna, a confiança é a base que une pessoas, amores, grupos de trabalho, sócios, etc.
Num ambiente de trabalho com pessoas, onde a confiança anda extinta ou periclitante, as relações se transformam, ficam mais burocráticas, mais agressivas, mais defensivas e competitivas. Por maiores que sejam os controles e a burocracia para manter os processos e a transparência nos processos do trabalho, a confiança é a que torna o fluxo do trabalho constante e rumo a perfeição. A falta dela torna o trabalho desgastante, repetitivo, engorda os gatilhos e controles organizacionais. A presença da confiança nas relações de trabalho fortalece o espírito do real conceito de Equipe, viabiliza o fluxo ágil e de qualidade nos caminhos da comunicação, transformando o ambiente de trabalho com mais qualidade.
Muitas vezes construímos ferramentas modernas para aproximar ou controlar as pessoas, e esquecemos que a parte mais essencial do processo para todas estas tecnologias darem certo, é algo tão simples e ao mesmo tempo complexo, a CONFIANÇA.
Mas é aí que mora a grande dificuldade, a confiança não pode ser comprada ou encontrada facilmente nas pessoas, ela demora para ser construída, e o pior, facilmente ela é perdida, e na maioria das vezes, enterrada eternamente após a sua perda.
Enfim, mais importante do que tornarmos mais complexo as “pontes” que ligam as pessoas, é aperfeiçoarmos ambientes de trabalho e conscientizar as pessoas da importância de construir trajetórias de vida pautadas pela ética, transparência, na verdade da comunicação, salientando a força de uma relação alicerçada na CONFIANÇA. A verdade aproxima as pessoas, não afasta.
Este é o grande desafio de qualquer gestor, consultor, de qualquer profissional que deseja construir um ambiente de trabalho que viabilize mais qualidade de vida, ele deve ser um grande caçador de relações interpessoais pautadas na velha, simples e complexa CONFIANÇA.

EVERTON ZAMBON

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Turma aberta do Programa de Liderança Emocional


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

SERÁ QUE A MINHA PARTE CONTA?




“Conta uma história que tem seu registro nos Alpes Italianos, num pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita.
A tradição naquela região exigia que na festa cada produtor do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central.
Um dos produtores pensou: "Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Ao invés de vinho, levarei a garrafa do vinho com água, no meio de tantas garrafas de vinho o meu não fará falta".
Assim pensou... Assim fez.
Conforme o costume, todos se reuniram na praça e cada um com sua caneca pronto para provar dos melhores vinhos da região cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país.
Contudo ao abrir a primeira garrafa, a mesma continha... “água”. Abriram à segunda:. “água” e assim todas...
Conclusão: Muita gente acha que a sua ausência não será notada ou não fará falta. “E agindo dessa forma descompromissada, buscam tirar vantagem e não colaborar com os outros...”

(Capturado da Newsletter de Gilclér Regina, em 09/08/09)



COMPROMISSO – Segundo o site Wikipédia “Compromisso é a forma, pública ou não, de se comprometer com alguém, com algum objetivo ou causa.” (capturado em 09/08/09)

COMPROMETIMENTO – Idem: “é um conceito que descreve o vinculo (...) do indivíduo com uma instituição.” (capturado em 09/08/09)


Quando ingressamos em uma empresa ou mesmo no curso em que sonhamos nos formar, ou ainda em um grupo de amigos, geralmente afirmamos que com aquelas pessoas passamos a ser comprometidos. Por quê tomamos esta atitude?

Como um dos conceitos descreve, a causa é o vínculo.Vincular-se a pessoas, idéias, instituições e, inclusive, a sonhos requer conhecimento, por um lado, e motivação por outro. Aqui destaca-se MOTIVAÇÃO como algo relativo a desejo, algo mais emocional do que racional.

A dificuldade do tema vínculo e compromisso chega quando acaba-se por misturar o que é racional (compromisso, ação) com o que é emocional (vínculo, desejo). Na verdade, estas coisas encontram-se tão integradas que, na prática, ficam impossíveis de serem separadas. Aqui o faço como uma forma didática de compreendermos que há dois pontos envolvidos na questão do Compromisso Organizacional, tema do qual estamos discorrendo. O compromisso com o trabalho, com o cargo, com a tarefa, com as ações, com o próprio desenvolvimento de sua carreira.

Quando estes dois pontos entram em confronto, muitas vezes a tendência é a parte emocional ocultar, dificultar o pensamento mais racional. O que se vê, a partir daí, são exemplos como o de pessoas que passam a descomprometer-se com suas tarefas porque determinadas situações as desmotivam, mexem em seu desejo em relação a seu compromisso. Querem um exemplo típico: o salário atrasa, muitas pessoas deixam de fazer suas tarefas com o mesmo afinco. O chefe fica mais irritado, não consegue manifestar reconhecimento, certas pessoas acham-se no direito de deixar de cumprir o horário ou perdem a atenção em certas etapas de seus processos e daí em diante muitos problemas ocorrem.

Não quero afirmar aqui que cada um de nós deve escolher ser uma espécie de mártir agindo com a maior energia mesmo diante de situações difíceis, especialmente quando estas dizem respeito à CONFIANÇA e ao cumprimento de PROMESSAS ou REGRAS. Porém, faz parte de nosso desafio de EVOLUIR como pessoas e profissionais, desenvolver em nós mesmos a capacidade de sermos resilients diante de adversidades e prosseguir comprometidos com as coisas que podem definir nossa imagem de ser humano e de profissional. Por quê? Ora, quem deixa de se comprometer corre o risco de ser visto com os olhos do julgamento, da afirmação sobre a ética, sobre a moral. Quando estas questões entram em análise, em qualquer ambiente onde nos encontremos, a retomada da imagem construída é muito mais difícil do que a conquista inicial do vínculo. Isto quando no trabalho, entre amigos, no namoro, no casamento... enfim, em qualquer relação que necessite estebelecer CONFIANÇA.

O comprometimento, nas empresas, está ligado ao compromisso com a Missão do local ao qual se está ligado, bem como aos valores que este procura pautar em seu negócio no mercado e, ainda, à Visão que a empresa deseja disseminar entre clientes internos (os colaboradores) e externos. Portanto, estando comprometido estou agindo como profissional, quando perco esta atitude posso me considerar em retrocesso na caminhada desempenhada desde que ingressei no mercado de trabalho. É recuperável? Sim, mas muitas vezes leva tempo, dispensa energia e causa sofrimento, além de, em vários casos, só poder realizar-se a partir da demissão em um local e a admissão em outro. Portanto, comprometer-se é cuidar de si mesmo, pois estou fazendo a minha parte na história de minha carreira, além, é claro de estar contribuindo com a empresa.

No meio corporativo em geral, nesta fase em que o mundo todo corre atrás de crescimento, melhoria de resultados, resolução de crises, entre tantas outras questões competitivas, o colaborador que permanece na empresa e por ela é investido de confiança não está entre os experts e técnicos de alta produtividade, mas entre aqueles que identificam-se com a essência da empresa, os chamados efetivos comprometidos com sua obra.
Lembram de Mário Sérgio Cortella, filósofo brasileiro que destaca a importância de visualizar a OBRA e não o TRABALHO por si só? Pois há muitos outros filósofos, sociólogos, gestores e pessoas éticas, comprometidas com o sucesso real das pessoas a quem lideram e que manifestam a verdadeira ação que gera o COMPROMISSO, que acreditam e apoiam este mesmo movimento de valorização do colaborador que, em outras palavras, “veste a camiseta”. A este movimento podemos chamar de COMPROMISSO CONSIGO MESMO para que se consiga assumir o COMPROMISSO COM O OUTRO.

SIM! Porque se você levanta pela manhã e procura a direção de seu trabalho, esta deve ser uma atitude da qual você se orgulha não apenas porque lá fará a diferença como empregado, ganhando mais, evoluindo em números de produtividade. Alguém que deseja o sucesso não pode ser comprometido com sua empresa apenas porque ela paga seu salário e pode vir a lhe beneficiar com bônus ou comissões pela produtividade.

Você fará a diferença se for comprometido com sua própria evolução, como profissional, como pessoa. E disto faz parte assumir aquilo que você um dia prometeu fazer, mesmo que o ambiente venha a manifestar seus altos e baixos, mesmo que seu chefe não o encontre todo dia com o sorriso no rosto ou lhe diga palavras duras para expressar suas dificuldades.
Você tem satisfação quando percebe que consegue ser ÍNTEGRO, comprometido com o que você um dia traçou como sua meta, mesmo que as agruras do ambiente de trabalho lhe façam, vez por outra, pensar em desistir, em descomprometer-se apenas porque o chefe não cumpriu o que prometeu. Você é você, o chefe é o chefe. Quem sabe sua atitude comprometida não o ajude a crescer, da mesma forma que você cresce quando se vê influenciado positivamente por alguém que admira? Pense nisto! Reflita e assuma a sua melhor posição!

Boa sorte em sua escolha por comprometer-se! Dela depende, em muito, a visão que você passará a quem o rodeia!
Luciana Winck
Coach e Psicóloga
Agosto/2009

“O sucesso é estar preparado para fazer mais do que aquilo para o qual você foi contratado e pago. Vejo muitos que dizem: “Não sou pago para fazer isso”. Os vencedores fazem aquilo que os perdedores não querem fazer.” (Gilclér Regina)

“Uma hora que você passa reclamando é uma hora improdutiva, uma hora a menos de trabalho e de oportunidades que poderiam te levar a um lugar melhor, ou seja, construir o seu sucesso.
Ou você assume o volante do seu carro ou você senta no banco de trás... O mundo não fica esperando. Se você mudar, o mundo muda com você.” (Gilclér Regina)

Evoluindo com você!


Evoluir:
...processo gradativo, progressivo de transformação, de mudança de estado ou condição; progresso...


A Insideway é uma empresa voltada ao Desenvolvimento Humano e, como tal, procura mobilizar ações que evidenciem a capacidade de estabelecer novos paradigmas, para si, para seus clientes e para a sociedade. Este é um compromisso assumido desde sua fundação.
Nossa Missão traz em seu cerne o despertar do potencial humano, inspirando a construção responsável de caminhos de sucesso para pessoas e organizações. Toda esta crença está baseada nos valores que manifestam nossa preocupação com o desenvolvimento; a evolução do ser humano.
Para fortalecer estes valores, a véspera de comemorar seus 3 anos de fundação, a Insideway reformula sua identidade visual e seu website, desejando compartilhar com seus clientes a idéia de INOVAÇÃO, MOVIMENTO E EVOLUÇÃO.

Convidamos você, sua empresa e a quem interessar AGIR para CRESCER, a conhecer este novo espaço!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

POTENCIALIDADES A Evolução a partir do estímulo à Superinteligência



A palavra POTENCIAL já traz, em si, um contexto que traduz um dado "positivo" de qualquer pessoa. Isto, porque, segundo o livro SUPERINTELIGÊNCIA, de Luiz MACHADO (2005, pág. 228) "potencialidade indica o conjunto de qualidades inatas do indivíduo existente como possibilidade ou faculdade, capacidade de realização ainda não posta em prática".
E, tanto educadores quanto os estudiosos do Desenvolvimento Humano sabem que uma criança vai manifestando e desenvolvendo, aprimorando, seus potenciais conforme as estimulações sensoriais que recebe. A experiência marca, por sua qualidade sensorial e pela carga emocional que decorre de qualquer situação pela qual uma criança passa em sua aventura de descoberta, de si e do mundo que a cerca.
O que nós, adultos, podemos e devemos resgatar é justamente este processo que iniciamos na infância, de reconhecermos a nós mesmos e incentivarmos nossas possibilidades a partir das sensações. Segundo MACHADO (2005, pág. 28) "(...) não só pela estimulação sensorial como pela criação de condições e pelo desenvolvimento de fatores que compõe a inteligência".
A grande questão para a aprendizagem em nossa era do "conhecimento", da inteligência artificial, da alta tecnologia, é o resgate da sensorialidade, do uso do hemisfério direito, capaz de estabelecer percepções mais subjetivas e sensíveis, aliado à integração das informações recebidas racionalmente pelo hemisfério esquerdo.
Atingiremos o desenvolvimento de uma Superinteligência, aquela que integra o uso de potencialidades dos dois hemisférios cerebrais, ou seja a razão da análise de informações, com a sensível percepção das possibilidades de correlacionar as coisas com criatividade e imaginação. Os educadores de nosso Século devem ser capazes de "(..) ensinar a aprender, ensinar a aprender rápido, ensinar a gostar de aprender, ensinar inteligência e criatividade para que seus alunos se adaptem às constantes e velozes mudanças, (...) discriminar informações com a inteligência crítico-criadora, ensinar o valor econômico de desenvolver a inteligência e a criatividade num grau de superinteligência" (MACHADO, 2005, pág.30).
Reconhecer que todo e qualquer ser humano nasce com POTENCIAL é condição imprescindível para que qualquer um de nós descubra em si mesmo e em seus semelhantes a capacidade inteligente que nos diferencia dos animais. Inteligente por ter a possibilidade de aliar inteligência e criatividade e superar os desafios que desejar. Para um ser humano que desenvolve, atinge a condição de SUPERINTELIGÊNCIA não há limite para o enfrentamento de mudanças e necessidades neste mundo de tão velozes modificações.
Luciana Winck
Psicóloga/Coach

Texto baseado nos conceitos do professor Ph.D Luiz Machado